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Confederação Brasileira de Golfe

COB comemora avanços do Programa Gestão, Ética e Transparência (GET); CBGolfe é destaque em mesa redonda

09 de julho de 2019

O Comitê Olímpico do Brasil (COB) apresentou na manhã desta terça-feira, dia 09, a evolução alcançada pelas 32 confederações que aderiram ao Programa Gestão, Ética e Transparência (GET). Desenvolvido pelo COB para aprimorar os processos administrativos das confederações utilizando um modelo de referência, o GET trouxe diversos benefícios às entidades que aderiram ao programa, como evolução organizacional estruturada, maximização da utilização dos recursos disponíveis, e aumento da transparência para patrocinadores e sociedade, entre outros.

Todas as confederações que implementaram o GET já possuem Comissão de Atletas e Planejamento Estratégico, por exemplo. Das 32 confederações que aderiram ao GET, 30 ampliaram a representatividade de atletas nas Assembleias e implementaram um canal de Ouvidoria; 20 um Código de Ética e 21 possuem agora Portal da Transparência.
Estiveram presentes ao evento desta terça, o presidente do COB, Paulo Wanderley, o vice-presidente Marco Antonio La Porta, o diretor-geral Rogério Sampaio; Bernard Rajzman, representante do Comitê Olímpico Internacional no Brasil e vice-campeão olímpico; além de representantes de 32 Confederações.

“As ações implementadas pelo COB através do GET estão trazendo mais independência e possibilidades de desenvolvimento às entidades que souberem aproveitar esse movimento. É fundamental o reconhecimento ao grande esforço realizado pelas Confederações Brasileiras Olímpicas nos últimos anos. Nosso objetivo é otimizar os recursos, reduzir custos e proporcionar aos atletas as melhores condições possíveis de treinamento e preparação”, diz Paulo Wanderley, presidente do COB.

A gerente do Escritório de Projetos do COB, Paula Neri, apresentou todas as fases do GET, desde a sua formatação para atender às diferentes realidades das Confederações, até resultados depois da adoção do programa pelas 32 entidades desde 2017. Entre eles estão a implantação de ouvidorias, aprimoramento da Governança, maior transparência e maior alinhamento estratégico das Confederações.

“O COB, quando percebeu que muitas das Confederações apresentavam dificuldades em comum, entendeu que com uma ação poderia ajudar a elevar a maturidade organizacional nessas entidades. O objetivo do GET é justamente dar suporte ao desenvolvimento na gestão delas, pensando sempre na atividade fim do sistema esportivo, que é a preparação dos atletas brasileiros para as principais competições do calendário”, disse Paula Neri.

CBGolfe é destaque em mesa redonda

Após a apresentação, o professor de Governança Corporativa, Compliance e Ética Empresarial da Fundação Dom Cabral, Dalton Sardenberg, ministrou palestra sobre o tema e em seguida, uma mesa redonda com as Confederações Brasileiras de Golfe, Desportos na Neve, Judô, Vôlei e Basquete, mediada pelo Professor da Fundação Dom Cabral, Jaci Tadeu, discutiu o cenário de gestão e os desafios de cada uma nos avanços do GET.

“O esporte olímpico passou por um período de grandes mudanças no Brasil. Assim como os diversos setores da sociedade, o esporte acompanha a necessidade de modernizar seu modelo de gestão e a relação entre seus diversos agentes”, disse Rogério Sampaio, diretor geral do COB. “Através da melhor administração, teremos, sem dúvida, ainda mais sucesso”, completou o campeão olímpico em Barcelona 1992.

Todas as 32 confederações participantes do Programa receberam uma placa de reconhecimento ao trabalho desenvolvido na presença da diretoria do COB, integrantes do Conselho de Administração e Conselho de Ética da entidade.

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